domingo, 31 de maio de 2015

Queria escrever um poema qualquer, pra tirar um sufoco do peito,
pra quebrar o silêncio da vida,
pra entender a ausência do que não tenho,
pra explicar tudo aquilo que não entendo,
pra falar do cansaço de não saber do futuro.
mas, tamanho desconhecimento de causa não merece mais que essas pequenas linhas mal-escritas acompanhadas de um breve conselho:
- Paciência, alma jovem, paciência. Um dia de cada vez e uma noite no meio. Espere Naquele que sabe todas as coisas, paciência.
(Sobre o Futuro e a Ansiedade)

domingo, 24 de maio de 2015

Hoje me deu vontade de escrever,
Falar tudo aquilo que eu sentisse e algo do que pensasse, 
Falar de forma poética e quase sem rimas,
Então, cá estou eu a desfrutar um silêncio musical ( é Marcelo Camelo, se quiser saber), 
Uma noite quase surreal de tão normal, 
Mas sabe... O normal me inspira sorrisos.
Principalmente se eu estou bem acompanhado de lembranças,
distantes ou não,
Os "quases" e os "nãos", Os "sim's" e os "talvezes", os sorrisos e as tristezas,
Tudo somado, tudo junto e misturado.
Um sorriso bobo aqui, um olhar pensativo acolá...
E eu sei que tudo valeu a pena se eu aprendi.
Mas sabe, eu ainda estou aprendendo.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Rotina

Talvez a vida da rotina seja a melhor.
Pelos encantos que só a mesmice pode dar.
Talvez a paz também tenha uma face que se mantenha igual 
Uma face Vislumbrada na simplicidade da repetição e na repetição da simplicidade.
Não invente, minh'alma apenas aceite, às vezes o silêncio é a melhor resposta. 
Aceite a dádiva do silêncio, o silêncio do estudante que ainda tem muito a aprender.

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